21 agosto, 2011
14 agosto, 2011
Brownie velho, blog novo e mais um ciclo que inicia
Amanheceu mais frio que ontem e chovendo neste domingo. Dia perfeito para comemorar meu aniversário! Deitar no sofá, ver algum filme quietinha e comer o brownie que sobrou de ontem a noite, quando comemoramos antecipadamente este 14 de agosto. Não arrisquei nenhuma receita nova, fiz o brownie que gosto e pronto. Adoro experimentar coisas novas, mas nada substitui os pratos já testados e aprovados com louvor. Já postei ele aqui antes, então podem pegar a receita aqui, mudei apenas o sorvete para creme e joguei algumas castanhas sobre ele para servir. Ficou ótimo!
A grande novidade, é que ganhei de presente do meu Pequeno um novo blog! Em breve vocês poderão estar acessando o www.mieilimoni.com.br. Assim que a nova cara do Miei Limoni for escolhida, anunciarei. Bom resto de final de semana para todos!
11 agosto, 2011
08 agosto, 2011
Creme de abacate
Adoro abacate! Cheguei a fazer uma pesquisa para um possível post quando o blog ainda era uma idéia. Finalmente estou postando algo sobre essa fruta. É uma pena que não conheço muitas receitas onde se utiliza abacate, normalmente como ele ao natural.
Nessa pesquisa feita alguns anos atrás, descobri que o abacate só amadurecia depois que era colhido, fiquei de boca aberta, pois foi a resposta para um pequeno problema que eu tinha. Na época comprava eles verdes e os levava para casa sempre chateada por não conseguir comprar um maduro. Quando comprava era porque tinha vontade de comer, mas nunca podia comer na hora, porque precisa esperar alguns dias até amadurecer e daí aquela vontade louca de comer abacate, muitas vezes passava. A pergunta que não saia da minha cabeça era por que nunca tinham abacates maduros no mercado ? No fim das contas, era apenas porque eles eram frescos. Mais uma vez o blog me ensinando algo.
Creme
1/2 abacate grande
suco de 1/2 limão
1 lata de leite condensado (395ml)
Chantily
1 clara em neve
1 colher de sopa de nata
1 colher de sopa bem cheia de açúcar de confeiteiro
3 amêndoas para decorar
Bata a polpa do abacate, o suco de limão e o leite condensado no liquidificador. Despeje em uma vasilha ou em três taças grandes e reserve. Para o chantily, bata a clara em neve, depois adicione a nata e o açúcar, mexa bem. Esse chantily com certeza não é nenhuma receita original, faço assim porque acho bem gostoso, mas fique a vontade para usar/fazer o chantily de sua preferência. Cubra a creme com o chantily e decore com as amêndoas. Si degusti!
05 agosto, 2011
Sopa de tomate
Com o frio dessa semana, a sopa caiu super bem! Cheguei da rua gelada ontem a noite e comi com gosto, me aqueceu. Sendo sincera, receitas de sopa de tomate nunca me atrairam. Porém toda vez que faço molho de tomate para uma massa por exemplo, como metade do molho antes que a massa fique pronta, simplesmente porque adoro! Logo, se gosto tanto de comer molho de tomate, por que não amaria sopa de tomate?!
A sopa ficou bem levinha, perfeita para quem só quer se aquecer ou está de dieta. Em breve quero fazer uma mais substanciosa, quando sair, posto aqui.
1 lata de tomates pelados (400g) *
1 colher de sopa bem cheia de extrato de tomate
1 cebola pequena
2 dentes de alho
10 folhas de manjericão
500ml de água
sal, pimenta e cominho a gosto
* Compre de uma boa marca. O que utilizo além de ótimo vem em quantidade, são mais ou menos 8 tomates dentro da lata. Já comprei outras onde vinham 3 ou 4 tomates apenas, sendo o peso apenas do suco.
Coloque a água em uma panela e deixe aquecer. Enquanto isso, pique grosseiramente os tomates, a cebola e o alho, tudo isso vai para o liquidificador depois, por isso não se preocupe em picar lindamente. Com a água quente, junte todos ingredientes (inclusive o suco que tem na lata de tomates). Quando iniciar a fervura, esqueça a panela em fogo baixo por 10min. Retire, bata tudo no liquidificador e sirva acompanhando de cubos de queijo, de preferência, um bem forte, para contrastar com o gostinho do tomate. Rende duas ou três porções. Si degusti!
03 agosto, 2011
30 julho, 2011
Mini abóbora recheada com cebola e queijo brie
Primeira vez que como mini abóboras. Estas que comprei estavam bem doces, me inspiraram a pensar em várias alternativas de recheios. Foi facílimo de montar esse prato, achei muito bonito e quase nem sujei louça para fazer - minha preguiça agradeceu.
2 mini abóboras
120g de queijo brie
80g de ricota
1/2 cebola picada e refogada
2 colheres de sopa de salsa picada
sal, noz moscada e pimenta a gosto
Lave as mini abóboras. Corte uma tampa em cada uma delas (guarde essas tampas para depois) e retire as sementes que existem no interior. Em uma frigideira, coloque meio centímetro de água e quando estiver fervendo, coloque as abóboras viradas com a boca para baixo para pré cozinhar por 10min. Retire da água e por dentro da abóbora tempere as paredes com sal e noz moscada. Reserve. Para o recheio, em um prato, esfarele a ricota e o queijo brie. Adicione a salsa, a cebola, a pimenta e novamente o sal (cuide para não salgar demais, afinal já foi colocado sal diretamente da abóbora). Misture bem. Agora divida esta pasta em duas porções e recheie cada abóbora. Deixe essa mistura bem prensada dentro das abóboras. Cubra com um pouco de parmesão, tampe-as com suas respectivas tampas e leve ao forno médio/alto por aproximadamente 45min ou até que elas estejam bem macias e cozidas. Si degusti!
26 julho, 2011
Frango crocante sem fritura
Até que peguei leve na pimenta por conta do Pequeno - que não gosta muito - mas se puder, exagere!
Inspirada no murgh chili do livro A cozinha indiana (coleção Cozinha das famílias), acabei fazendo estes filezinhos de frango. Na verdade, eles passam longe de ser uma comida indiana, os principais temperos não tenho em casa e sinceramente, nem sei se encontro todos aqui em Caxias, o que é uma pena. Mas o resultado ficou muito bom!
700g de peito de frango cortado em pedaços pequenos
4 dentes de alho picados
um punhado de salsa picada
sal, pimenta preta, pimenta calabresa e cominho a gosto
4 colheres de sopa de azeite de oliva temperado com sálvia (ou use azeite puro e 3 folhas de sálvia fresca)
suco de um limão
farinha de rosca para empanar
Misturar todos ingredientes e deixar marinar na geladeira por no mínimo uma hora. Se puder deixe mais tempo, a receita original pedia três horas. Ao passar metade deste tempo, mexa a marinada para que os pedaços de carne que ficaram por cima, agora fiquem embaixo - junto ao caldo de temperos - pegando sabor por igual. Passado o tempo, retire da geladeira, e passe cada pedaço de frango pela farinha de rosca. Disponha eles em uma forma untada com um pouco de azeite. Leve ao forno médio pré aquecido e asse até que fiquem dourados e macios por dentro. Sugestão: esse frango cairia bem com uma maionese caseira temperada, se tiver alguma receita ... use-a. Si degusti!
23 julho, 2011
Comida de Rei
Já faz um tempo que fiz essa receita e tinha deixado de lado para postar depois. Fiz ela em uma tarde de fim de semana, com a vontade de comer algo diferente. Quando isso acontece começo a folhear todos os livros de culinária que tenho e não tem como não tirar uma receita para por em prática em seguida.
Essa saiu de mais um livro da Nigella - Nigella Bites - mas a receita não é dela. Ela tirou do livro Are you hungry tonight? que são pratos favoritos do Elvis Presley. O que chamou minha atenção na hora.
Confesso que achei o resultado gorduroso, mas nem por isso ficou ruim. Pelo contrário, achei muito bom! Mas fica a dica de comer apenas verduras e frutas no dia em que resolver fazer esse sanduíche, ao menos para tentar equilibrar.
Essa saiu de mais um livro da Nigella - Nigella Bites - mas a receita não é dela. Ela tirou do livro Are you hungry tonight? que são pratos favoritos do Elvis Presley. O que chamou minha atenção na hora.
Confesso que achei o resultado gorduroso, mas nem por isso ficou ruim. Pelo contrário, achei muito bom! Mas fica a dica de comer apenas verduras e frutas no dia em que resolver fazer esse sanduíche, ao menos para tentar equilibrar.
1 banana pequena bem madura
2 fatias de pão de forma
2 colheres de sopa rasas de manteiga de amendoim
2 colheres de sopa de manteiga
Amasse ou corte as bananas em tiras. Passe a manteiga de amendoim nas fatias de pão e cubra com a banana. Junte as duas fatias e amasse as laterais do pão com as pontas dos dedos para selar um pouco o sanduíche. Frite na manteiga, deixando os dois lados dourados. Si degusti!
Amasse ou corte as bananas em tiras. Passe a manteiga de amendoim nas fatias de pão e cubra com a banana. Junte as duas fatias e amasse as laterais do pão com as pontas dos dedos para selar um pouco o sanduíche. Frite na manteiga, deixando os dois lados dourados. Si degusti!
19 julho, 2011
17 julho, 2011
Farfalle ao molho de nata e sálvia
Nesse final de semana, resolvi fazer a receita italiana do molho de manteiga com sálvia, mas troquei a manteiga por nata - que era o que tinha em casa - e adicionei alguns temperos a mais.
Lembrei de coisas interessantes sobre esta erva, que li nos livros da Rosy. Conforme ela conta, a sálvia é originária do Mediterrâneo e seu nome latino significa "salvar". Povos muito antigos diziam que um homem não precisaria pensar na morte se tivesse no jardim um pé de sálvia. Associavam a planta a longevidade e até a imortalidade.
Não sei se ganhei pontos extras de vida, talvez a menos se considerar o teor de gordura da nata. O que posso afirmar, é que a massa ficou realmente muito boa!
Massa:
3 xícaras de chá de massa tipo farfalle (borboleta)
água e sal para cozimento
Molho:
12 folhas pequenas de sálvia
3 colheres de sopa bem cheias de nata (ou manteiga)
1 dente de alho
sal, pimenta e noz moscada a gosto
Coloque a água da massa para ferver. Quando estiver quase fervendo, comece a fazer o molho. No fundo de outra panela, friccione o dente de alho e descarte-o. Em fogo baixo, adicione a nata, a sálvia, o sal, a pimenta e a noz moscada. Quando começar a ferver retire do fogo e reserve. O molho vai descansar enquanto cozinha a massa, assim a nata vai absorver mais o gosto da sálvia. Cozinhe a massa em água salgada. Quando pronta, misturar ao molho e servir. Esta receita serve duas porções médias ou uma porção generosa para gulosos. Si degusti!
15 julho, 2011
Massas que não crescem
Final de semana passado fui novamente viajar e resolvi levar mais uma vez a cuca caracol no banco de trás do carro. Estava louca para testar um recheio novo: doce de leite, chocolate branco e nozes.
19h de sexta, sozinha em casa, ao som de Beatles e Cinderella iniciei a obra. Mistura isso, mistura aquilo e pronto, era só crescer a massa, abrir com o rolo, rechear e assar. Em no máximo 1h estaria no forno. Abandonei a cozinha, me sentei na frente do computador, abri as letras das músicas na tela, comecei a cantar desastrosamente o que ouvia e cheguei a dançar sozinha por poucos minutos - o suficiente para rir de mim mesma e voltar a sentar.
Lembrei que a massa já deveria ter crescido um bocado e voltei para a cozinha. Para minha surpresa, ela estava exatamente do mesmo tamanho que a deixei. Sovei mais um pouco e nada, estava imóvel! Comecei a me preocupar de verdade, tinha que levar a cuca na manhã seguinte, não tinha ingredientes e nem tempo para fazer uma nova. O que fiz de errado?! Esqueci algum ingrediente?! O que faltava?! E a resposta era: CALOR, faltava calor! Caxias estava com apenas 8ºC e acredito que dentro do meu apartamento estivesse menos que isso, é realmente muito frio aqui.
Corri para a internet e achei bilhões de dicas. Uma delas era aquecer o forno e com ele morno e desligado, deixar a massa repousar ali dentro. Resolvi fazer isso e ainda dividi meu bloco de massa em 4 blocos menores para facilitar a chegada do calor ao centro da massa. Resolvido o problema! O que era para crescer em 40min, levou 2 horas, mas cresceu!
Ironicamente, depois de todo esse tempo, percebi que não tinha descascado as nozes para o recheio e mais ironicamente ainda, faltou luz! A luz de velas, descasquei calmamente as nozes, a massa cresceu ainda mais, abri ela e distribui o recheio. Nisso já eram quase 22h ... cansei, mas valeu a experiência.
Se a cuca ficou boa ? Sim, mas o chocolate branco foi desperdício, nem senti o gosto em meio a quantidade de doce de leite que coloquei. Por não ter a nata, a cuca ficou mais seca e por esse motivo - mesmo tendo ficado bem gostosa - fico com a primeira versão.
12 julho, 2011
Salada de atum
Típica salada "não tem nada em casa, deixa eu ver o que posso fazer em 5 minutos". Junta uma coisa ali, outra aqui e pronto: refeição completa.
1/2 lata de milho
1/2 lata de atum
um punhado de champignon picado
um punhado de salsa picada
4 colheres de sopa de parmesão ralado
1/3 de uma cebola pequena picada
1 xícara de chá de batata palha
pimenta e azeite de oliva a gosto
molho shoyu
Misture todos ingredientes, menos o shoyu. Deixe por último a batata palha para manter a crocância. É bom ir adicionando o shoyu aos poucos, conforme come, para a batata não murchar. Si degusti!
10 julho, 2011
Doce de abóbora
Nada contra o refinado, mas como cai bem um bom doce caseiro ...
500g de abóbora (sem casca) picada em cubos
300ml de água
2 xícaras de açúcar
4 cravos da índia
Coloque os cubos de abóbora em uma panela, cubra com água, adicione os cravos e despeje o açúcar sobre os cubos. Não mexa, deixe o açúcar sobre os pedaços. Ferva com a tampa semi aberta por uns 25min ou até que perceba que as abóboras estão macias. Sirva gelado acompanhado de creme de leite. Si degusti!
08 julho, 2011
24 junho, 2011
Cuca Caracol
Essa foi a cuca que viajou de Caxias para Cotipas. 80km de fome que valeram a pena esperar (lembrando que ninguém tomou café antes de viajar por causa dela). Sou apaixonada por essa cuca! E desconfio que as gurias tenham gostado muito também, pois a cuca - que não era pequena - "sumiu" após o café da manhã de sábado e de domingo.
Como prometido, quando finalmente chegamos: café com cuca! A receita consegui com minha tia Delva quando era criança ainda, mas só tive coragem de botar a mão na massa quando mais velha.
Massa:
1 1/2 xícara de água morna
4 ovos
8 colheres de sopa de açúcar
1 pitada de sal
3 colheres de sopa bem cheias de fermento biológico seco (fermento de pão)
8 xícaras de farinha de trigo
Recheio e cobertura:
2 xícaras de açúcar
2 xícaras de nata
2 colheres de chá rasas de canela em pó
Misturar todos ingredientes da massa menos a farinha. Vá colocando a farinha aos poucos, misturando com o auxílio de um garfo e depois sovando por alguns minutos a massa com as mãos. Deixe-a descansar por aproximadamente 40min para crescer. Enquanto isso, misture os ingredientes do recheio e divida em duas porções. Massa crescida, abra-a com um rolo, como se fosse um disco de pizza, sobre uma superfície limpa e lisa (fiz sobre a pia com um pouco de farinha para não grudar). Pegue uma das porções de recheio e despeje sobre a massa, espalhe bem sobre toda ela. Agora enrole este disco como se fosse um rocambole. Rocambole feito, corte fatias grossas de aproximadamente 1,5cm. Distribua os pedaços em uma forma (não precisa untar), deixando uma certa folga entre eles pois irão crescer bastante (veja foto abaixo) e leve ao forno pré aquecido, baixo, por 45min. Passados estes 45min a cuca já deve estar quase pronta, já douradinha. É agora que entra a segunda porção, como cobertura. Despeje-a sobre a cuca e leve novamente ao forno por mais 15 minutos. Si degusti!
22 junho, 2011
Entre Meninas
Sábado, 7h, toca o despertador. Mesmo o frio me prendendo nas cobertas, levanto. A Ju e a Ane me esperavam para iniciar nossa viagem entre meninas. Acabo de arrumar as bagagens, carrego o carro, me despeço do Pequeno e rumo ao centro para pegar as gurias. Proibi elas de tomarem café antes de sair de casa, já que tinha passado a noite de sexta fazendo a cuca - que estava no banco de trás do carro - para tomarmos café ao chegar no destino. Esta foi mais uma, das não poucas e intermináveis idas a Cotiporã.
Fizemos duas paradas antes mesmo de chegar lá: na ponte sobre o Rio das Antas e no belvedere com vista para o mesmo rio, onde está localizada a Usina Hidroelétrica 14 de Julho. No sábado de tarde levei-as para conhecer o "Morro das Três Árvores" - nome fictício dado por mim e meus primos quando éramos crianças - e encerramos no domingo quando fomos apreciar a vista do Rio Carreiro no Perau do Pini.
A viagem rendeu muuuuitas fotos que irei postando nos próximos dias, espero poder passar um pouco das sensações de estar lá ao vivo.
13 junho, 2011
10 junho, 2011
Salada de feijão branco
Saladinha nostálgica essa. Não sei exatamente onde comia isso quando pequena, se minha mãe fazia, se comia no restaurante da minha tia, não sei mesmo. Mas toda vez que lembro dessa salada penso: "gostava tanto quando era pequena". Talvez ninguém fizesse ela, talvez eu tenha comido uma única vez na vida e por ter gostado tanto minha cabeça registrou dessa forma.
Ela é uma típica salada refeição, dispensa outros pratos. É para aqueles dias que folhas de alface jamais enganariam o estômago, mas ao mesmo tempo se quer comer algo substancioso e saudável.
Deixei o feijão de molho em água fria por uma noite para facilitar o cozimento no dia seguinte, já que não existe panela de pressão aqui em casa. Foi a primeira vez que fiz dessa forma e facilitou bastante.
2 xícaras de chá de feijão branco cozido
1 cebola roxa grande cortada em fatias finas
5 folhas de radicchio rasgadas em pequenos pedaços
um punhado de salsa picada
sal a gosto
azeite e vinagre para temperar a gosto
Misture tudo e deixe descansar ao menos uns 15 minutinhos para o feijão absorver o vinagre e pegar o gosto dos demais ingredientes. Nada impede de comer na hora, mas realmente faz diferença, seja paciente. Si degusti!
03 junho, 2011
Gostaria que fosse uma focaccia de milho e pimenta
Já faz bastante tempo que faço essa receita. Sempre chamei de focaccia porque era assim que estava intitulada na primeira e única receita de "focaccia" que peguei na mão. Na época sabia apenas que era uma receita italiana e desde a primeira vez que fiz, percebi que a massa tinha algo de diferente, então por isso, desde aquela época, adoro "minha focaccia". Sempre que lia sobre elas, não me interessava muito porque já tinha minha receita. Mas como fiz uma na semana passada para postar, resolvi pesquisar e adivinhem só ... essa receita nada mais é do que uma pizza bolo! Daquelas que muitas mamães fazem, apenas com alguma diferença na massa.
Embora tenha sido decepcionante descobrir que fazia isso a tanto tempo pensando ser uma coisa que não era, a receita obviamente continua sendo ótima. A massa fica leve e derrete na boca quando coberta com um bom molho.
Molho:
1 lata de tomate pelados de 240g picados
1 cebola grande picada
2 colheres de sopa de salsa picada
1 colher de sopa de orégano
5 colheres de sopa de azeite
200ml de água quente
sal e pimenta a gosto
Massa:
4 ovos
3/4 de xícara de chá de óleo
2 1/2 xícaras de farinha de trigo
1 xícara de chá de leite
1 colher de sobremesa de sal
1 colher de sobremesa de orégano
1/2 xícara de chá de parmesão ralado
1 colher de sopa de fermento em pó
Recheio:
1 lata de milho verde
250g de mussarela ralada
3 pimentas dedo de moça picadas
orégano a gosto
Comece fazendo o molho. Leve a panela ao fogo, adicione o azeite, espere aquecer e coloque as cebolas para dourar. Após, adicione os demais ingredientes e deixe cozinhar em fogo baixo até o molho engrossar. Estando pronto, ligue o forno para pré aquecer e trabalhe na massa. Bata os ovos na batedeira por 5 minutos, aos poucos vá adicionando os demais ingredientes, deixando o parmesão e o fermento por último. Despeje esta massa em uma forma untada e enfarinhada, cubra com o molho já pronto, e cubra novamente, agora com o recheio. Deixe em forno médio por 30min e mais 5min em fogo alto para tostar um pouco. Si degusti!
30 maio, 2011
27 maio, 2011
Salada de radicchio, rúcula e tomate seco
Mais uma para ficar registrada. Usei um punhado de radicchio, outro punhado de mini rúculas, algumas folhas de manjericão, temperei com azeite de oliva, sal e pimenta a gosto. Arrumei em um prato, adicionei alguns pedaços de tomate seco e cobri com parmesão ralado na hora (qualquer outro queijo de sua preferência serve), pronto. Si degusti!
21 maio, 2011
Risoto de Funghi
Comi risoto de funghi pela primeira vez no ano passado - se não falha minha memória - em um restaurante aqui de Caxias, aniver da minha dinda. Amei. Desde lá queria comer denovo, mas acabei esquecendo do prato. Semanas atrás coloquei na cabeça que ia fazer, mas um final de semana após o outro, devido fazer uma coisa ali outra aqui, quando percebia já tinha passado do meio dia, não tinha começado a fazer almoço algum, e nesse prato preciso de 30min apenas para hidratar o funghi, então ele ia ficando de lado.
Mas nesse final de semana saiu! Confesso que não ficou maravilhoso como aquele do restaurante, o de lá tinha alguma coisa de especial que precisaria descobrir, mas ficou muito bom.
3 colheres de sopa de manteiga
1/2 cebola média picada
15g de funghi
750ml de caldo de carne
1 xícara de chá de arroz arbóreo
1/2 xícara de chá de vinho branco
um punhado de salsa picada
um punhado de salsa picada
parmesão ralado a gosto
Essa receita acompanhada de outros pratos serve duas pessoas.
Comece deixando o funghi submerso em água morna por 30min para hidratar. Retire da água, pique e reserve. Esteja com o caldo de carne pronto e aquecido. Estando estes dois primeiros passos feitos, aqueça uma panela, coloque 2 colheres de sopa de manteiga, deixe derreter e acrescente a cebola picada. Cebola quase transparente, adicione o funghi e cozinhe por mais um minuto. Adicione o arroz e o vinho e mexa até que todo vinho tenha evaporado. Comece a adicionar o caldo de carne, 1/3 por vez. Mexendo sempre e adicionando a próxima parte apenas quando a anterior tiver evaporado. Feito isso, adicione aquela uma colher de manteiga que ficou de fora e a salsa picada, mexa até derreter, cubra com parmesão a gosto e si degusti!
15 maio, 2011
Tacos de carne de queijo
Usamos vários pacotes de tortilhas antes de aprender a comer elas de verdade. Comecei a comprar para usar como pão alternativo, para fazer sanduíches diferentes. Sequer me dei ao trabalho de ler as instruções da embalagem, usava-as como bem queria. Um certo dia, enjoada de comer daquele jeito, resolvi ler a tal embalagem. Foi aí - após meses comendo tortilhas de forma não tradicional - que decidi fazer tacos, algo que nunca tinha comido.
Embora não conheça nada da culinária mexicana, não procurei por receitas. Optei por um recheio bem caseiro (e bem apimentado) que me agradou bastante: carne e queijo. Para minha surpresa, ao pesquisar sobre tacos depois, descobri que estava mais próxima de um taco original do que imaginava.
6 tortilhas
6 fatias de mussarela
400g de carne moída
1 cebola média picada
1/2 pimentão pequeno vermelho picado
1 pimenta dedo de moça picada
2 dentes de alho picados
um bom punhado de salsa picada
sal, pimenta preta e pimenta calabresa à gosto
Começo aquecendo uma panela com um pouco de azeite para cozinhar a carne. Coloco a carne nessa panela e quando ela começar a dourar já acrescento a cebola, o alho, o pimentão e mexo constantemente. Alguns minutos vão se passar, a carne vai soltar água e quando esta água tiver praticamente evaporado, coloco todos os demais ingredientes. É importante que fique um recheio seco, pois como tacos são comidos com as mãos, imagina a lambança se o recheio começar a vazar. Recheio pronto, deixo a panela de lado no fogão e vou dourar as tortilhas. Aqueço a frigideira (sem nenhuma gota de óleo), largo uma tortilha, douro o primeiro lado. Quando viro para dourar o segundo lado, adiciono sobre ela uma fatia de mussarela para já ir derretendo. Retiro, coloco em um prato, adiciono o recheio, dobro ao meio e pronto. Uma dica boa é: como na hora. Se fizer em grande quantidade, vá fazendo e comendo, pois as deliciosas tortilhas crocantes em minutos ficam murchas. Si degusti!
10 maio, 2011
08 maio, 2011
07 maio, 2011
Omelete de ricota e espinafre
De vez em quando (quase nunca) lembro que existem omeletes e invento alguma "mistura". Somente quando como, penso que gosto mais do que lembrava e que poderia fazer mais vezes. A mistura da vez, foi:
2 ovos
2 colheres de sopa de alho poró picado
1 colher de sopa de ricota esfarelada
1 colher de sopa de mussarela ralada
8 folhas de espinafre picadas
sal à gosto
Bata os ovos com o sal, acrescente os demais ingredientes e misture bem. Aqueça algumas gotas de óleo em uma frigideira antiaderente e despeje a mistura nela. Quando a parte voltada para baixo soltar da frigideira, vire o lado de cima para baixo e deixe terminar de cozinhar por alguns segundos. Si degusti!
03 maio, 2011
01 maio, 2011
Purê de batata recheado
Gosto bastante de receitas de forno, com muita frequência faço elas. Depois de duas receitas mal sucedidas nesse final de semana, precisava fazer algo seguro. Além disso, essa receita me permite criar vários sabores na mesma ocasião e deixar as duas pessoas da casa felizes.
Para o purê de batatas:
10 batatas médias quase pequenas
50g de manteiga
sal à gosto
50g de parmesão ralado
Para o recheio de azeitonas e cebola roxa:
2 colheres de sopa de ricota esfarelada
2 colheres de sopa de mussarela ralada
1/2 cebola roxa em rodelas
1 colher de sopa de azeitonas sem caroço picadas
1 colher de sopa bem cheia de requeijão
pimenta à gosto
Para o recheio de peito de peru:
2 colheres de sopa de ricota esfarelada
1 colheres de sopa de mussarela ralada
3 fatias de peito de peru picadas
1 colher de sopa bem cheia de requeijão
pimenta e orégano à gosto
Cozinhe as batatas, esmague-as juntamente com a manteiga e o sal, reserve. Misture os ingredientes de cada recheio, deixando de lado o requeijão. Simples, só falta montar. Primeiramente vamos forrar as paredes e o fundo de uma tigela com purê. Em segundo lugar, acrescentar o recheio. Depois, adicionar o requeijão. Em seguida, cobrir novamente com o purê e finalizar com o parmesão:
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